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TUCA
Lipe (esquerda) e Tuca (direita)
Estavam vendo um bichinho no teto...
A
Tuquinha era a gatinha de meu marido. Dócil, porém muito afoita. Insistia em
arranjar uma maneira de sair do apto que eu morava para a rua. Tive que me
mudar para uma casa, para eles terem mais liberdade.
E
assim... Vivia na rua. Certa vez chegou em casa com a pata sangrando e quando
fui ver havia um corte profundo na patinha. Acho que ela pisou num caco de
vidro. Então coloquei “Unguento Plus”
(aerosol – lata verde) e no dia seguinte estava cicatrizado.
Um
belo dia ela saiu e fiquei olhando, e tive a nítida sensação de que estava
vendo ela pela última vez. Estranho né?
Pois
nunca mais a vi.
Pouco
tempo depois, sonhei que ela havia caído num bueiro. E chorei só de pensar.
Meu marido disse: “Que nada! Alguém
pegou ela. Ela era tão bonitinha.” Acho que ele disse isso para me
consolar. O fato é que sinto que ela morreu.
Enfim,
que ela esteja muito feliz, num lugar lindo...
Olhem os olhos amarelos – cor de mel – dela
Nessa
época (ano de 2005) eu morava em apartamento.
Olhem
como ela já queria sair...
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domingo, 25 de novembro de 2012
Tuca - Minha Gatinha afoita
sexta-feira, 23 de novembro de 2012
Baruk - Meu gatinho marrento
Este foi o nome que escolhi para o
meu primeiro gatinho.
Baruk, significa
“Abençoado” em árabe.
Com
este bichano fiz tudo errado. Por isso que hoje dou conselhos sobre gatinhos.
Num
dia chuvoso – em maio de 2000 - quando se comemorava o “Dia das Mães”,
acordamos com um miado insistente embaixo de nossa janela, levantamos, e,
ainda sonados e aturdidos, olhamos pela janela e vimos “aquele projeto de
gato”, magrinho, miudinho e com uma carinha de desprotegido, dentre tantas
janelas, olhando, diretamente, para a nossa. Trocamos olhares e,
curiosamente, sem trocar palavra que fosse, descemos para busca-lo.
Entretanto, como se houvesse uma “combinação implícita”, tínhamos - tão
somente - a intenção de abriga-lo - durante a chuva e o frio - e, alimenta-lo,
em seguida devolvendo-lhe à natureza. Pois bem, o bichano, tratou de fazer
“todas as gracinhas” que comovem e conquistam qualquer ser sensível e
simpático a animais, sobretudo, domésticos, foi aí que, sem perceber, nos
vimos apegados ao “vira-lata” mais charmoso...que conheci. E, em alguns dias,
o clima se firmou e - muito contrariadamente, mas, por não haver condições de
mantermos um animal, devido ao nosso ritmo cotidiano e de morarmos em apto -
descemos com o gatinho, que, literalmente, deu um show de carinho e apego por
nós. Moral da história: Hoje, em 14/04/2002, BARUK, do árabe
“abençoado”, principalmente, por termos nos esforçado em adequa-lo ao nosso
cotidiano - completa dois anos.
Assim
Baruk fez dois anos.
Baruk com
dois anos
Olhem a grossura
da pata dele...
Daí,
depois disso, ele ficava cada vez mais egoísta, temperamental,... E eu me
perguntava o porque disso. E de tanto pensar no assunto, cheguei a seguinte
conclusão:
Um
gatinho (como um cachorrinho ou outro animal qualquer) precisa de companhia
para brincar. O fato dele ser “filho único” e estar sendo mimado, fez com que
as suas vontades tinham de ser satisfeitas.
A
esta altura ele estava com cinco anos. E cada vez mais temperamental.
Decidiu
que tinha que ir na rua e tentou pular do segundo andar. Então, abri a porta
e deixei ele ir dar uma volta. Não imaginam o que aconteceu, ele voltou escalando
a janela até o segundo andar.
E
assim, passou a sair e voltar pela janela do apartamento, e ai de quem o
impedisse.
Num
belo dia voltou com a cabeça machucada (ele não era castrado, naquela época
eu não tinha a menor consciência da necessidade de castra-lo), e parecia uma
casa de abelha no buraco da cabeça, então o levei ao veterinário, que me
falou que eram “vermes” por ter pousado mosca. Nossaaaa, sedou ele, e começou
a tirar os bichos da cabeça com uma pinça. Depois que tirou tudo, me disse
que não podia pousar mosca de novo. Então eu falei que ele saia e que eu não
conseguia impedir. Então a veterinária encheu o buraco com pomada. Bem, dias
depois já havia fechado. Graças a Deus.
Numa
outra vez, ele veio arrebentado e um lado da cara estava inchado e levei ao
veterinário, e, mais uma vez o veterinário me falou que eu devia castra-lo (e
eu não concordava, temia que ele apanhasse se fosse castrado), e, constatando
uma infecção, resolveu opera-lo. Nossaaa, foi muito difícil para fechar o
buraco, porque era num local que não podia dar pontos. Enfim, consegui fechar
depois de muito tempo, colocando várias coisas que me ensinavam, com o spray
“Unguento Plus”. Santo remédio.
Eu
percebia que a qualquer momento o Baruk ia embora. Passava dias fora de casa
(no apartamento).
Daí,
peguei a Babi (em 2005) para passar uns dias aqui em casa (e ficou até hoje
com seus cinco filhos – estava prenhe). Ela teve filhotes, eles cresceram e
Baruk continuou radical, porém, ficou mais calmo. Olhem a foto abaixo.
Baruk e Lipe
na cadeira dormindo
Em
2005, mudei de residência, saí de apartamento e fui morar em casa. Daí os
filhotes de Babi, incluindo esta aí da foto acima (Lipe), barravam Baruk no
portão, não deixando ele entrar. E eu estava dormindo e não via isso (uma
vizinha me contou). E eu achando que Baruk não gostou da casa e por isso
sumiu.
Quando
ele vinha e eu estava por perto, o chamava e ia fazer carinho e ele respondia
com agressividade. E eu a princípio achei que era ciúmes dos gatinhos. Mas,
de fato eu não merecia a forma como ele me tratava, pois que sempre o mimei.
E percebi que havia criado um monstro, mas mesmo assim eu o amava como a um
filho.
Enfim,
aos poucos ele foi vindo com mais intervalos até que sumiu de vez.
Hoje
em 2012, se ele não foi pego por ninguém, o que eu acho difícil, pois ele era
brabo, ele está com 12 anos. Mas, particularmente, acredito que ele esteja
morto. Pois não me tem mais para leva-lo ao veterinário.
Sinto
saudades dele, mas “entrego a Deus”.
Olha a cara
dele como era larga.
Ele era um
gato muito grande e forte.
Ele era
respeitado pelos gatos da vizinhança.
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Olha a KIKA (ou Kiko) aí
Gente,
um “FDP” jogou uma caixa dentro do meu quintal, por cima do muro, contendo um
gatinho (ainda não sei se é fêmea ou macho). É claro que estou alimentando e
cuidando. Embora eu adore os gatos, hão de convir que isso é de uma
inconveniência absurda. Ok, está no lugar da Pitty, mas preferia que quem
jogou, fosse corajoso, honesto e verdadeiro, e batesse ao invés de na calada
da noite atirar o bichinho para dentro da minha casa. Enfim... Fica o toque.
Bem,
dei a ela (ou ele), ainda não sei, o nome de Kika (ou Kiko). É muito
pequenino, acredito que deve ter pouco mais de um mês... O veterinário vai
dizer - e, ainda não desmamou. No dia em que chegou – 21/11/2012
(quarta-feira), as 22h31m – estava muito quieta, cheguei a pensar que poderia
não ter saúde, que talvez tivesse fraqueza nas patas de trás, pois que não
andava. Dei mingau de maisena com “açúcar e sal” (parecendo soro). Mas hoje,
dia 23, está toda serelepe, pulando para lá e para cá, brincando,... esse “pinguinho de gato” já está fazendo a
alegria da casa.
Os
outros gatinhos daqui de casa – para variar rsrsrs – estão morrendo de
ciúmes. Mas logo passa e vão ser todos amigos, como sempre.
Tentei
fazer as primeiras imagens... mas ela (ou ele) não para quieta (ou quieto)...
Brincando com uma caixinha que
coloquei para ela...
Semelhante a que ela veio...
Ração para filhotes
Brincando com um contato...
A bateria da máquina estava
descarregada logo nessa...
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EMAIL que enviei aos amigos e aos Grupos:
Gente,
quero apresentar-lhes a minha mais nova gatinha – embora ainda não tenha
certeza que é fêmea.
Kika (ou Kiko)
Como já postei no blog dos gatinhos, uma
“FDP” jogou essa bichinha por cima de meu muro. Eu acho que já sei quem foi
que fiz isso. A gatinha veio dentro de uma caixa lacrada e essa caixa tinha
uma propaganda que me fez descobrir quem foi. Não gosto dessa postura, gente
covarde, que não mostra a cara.
Mas, o fato é que me apaixonei pela gatinha
desde o início, ainda mais porque perdi a Pitty. Mas, essa vai ser castrada
com cinco meses.
É de cor bege (ou amarelo desbotado),
parece camurça. E tem os olhos azuis. Uma das fotos abaixo mostra bem os
olhos dela. É muito complicado ainda tirar fotos dela, que não para um minuto
quando está acordada.
É brabinha com os outros gatinhos que
tenho, mas só por defesa. Os gatinhos daqui estão “morrendo de ciúmes”, mas
vai passar. Eu já estou acostumada com esta “ciumeira”. Quando pego na
gatinha da vizinha, eles ficam todos resmungando – rsrsrsrrs.
Olhem a carinha dela (ou dele), não parece
que caiu de cara num prato de feijão? Tem o nariz engraçado.
É interessante como nossa mente é forte...
Eu estava pensando em arrumar uma gatinha para fazer companhia ao Pin, que
depois que a Pitty foi ele ficou muito sozinho – brincava muito com Pitty o
dia todo e a noite quase inteira. E esta gatinha surgiu como resposta a meus
pensamentos.
Espero que ela seja muito feliz aqui e
traga a alegria que a Pitty trouxe. Estamos “babando” com as travessuras
dela:
- briga com ela mesmo na frente do espelho,
fica arrepiada e parece um cavalinho andando de lado para lá e pra cá na
frente do espelho;
- Parece um sapinho dando saltos para
frente e para trás;
- Cismou de dormir embaixo da árvore de
natal, em cima de uma mesinha própria para árvore;
- Entra dentro da árvore de natal e não sei
o que faz lá, não dá para ver;
- Há quatro dias que chegou e já está
procurando conhecer o espaço, anda de cômodo em cômodo;
- Mas, já conhece – sem ninguém ensinar – o
local onde faz xixi (a terrinha). Gatinhos são tão limpinhos. Talvez por
isso, li certa vez na bíblia, uma passagem que fala dos gatos, que era mais
ou menos assim: “Faça como os gatos,
que fazem suas necessidades e em seguida a tampam”.
Enfim, queria apresentá-la a vocês. Aí
está:
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Elaborado e divulgado pelo espaço Astrologia_autoconhecimento
Por Martha Cibelli
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O futuro não precisa mais de revoluções.
O futuro precisa de um novo experimento que ainda não
foi tentado.
Embora tenham existido rebeldes há milênios de anos,
eles continuam sozinhos, individuais.
Talvez ainda não fosse a hora deles.
Mas agora não só é hora, como, se não nos apressarmos,
Já não haverá mais tempo.
Ou o ser humano desaparecerá
Ou um novo homem com uma nova visão aparecerá sobre a
Terra.
Ele será um rebelde.
Osho
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